Regras de imigração dos EUA para crianças e adolescentes viajando desacompanhados

Viajar para os Estados Unidos exige planejamento, e isso é ainda mais importante quando o passageiro é uma criança ou adolescente desacompanhado. Além dos trâmites normais de imigração, existem exigências específicas que precisam ser respeitadas tanto no Brasil quanto ao entrar nos EUA. Pais e responsáveis devem estar atentos a documentos, autorizações e às regras das companhias aéreas para garantir uma viagem segura e sem imprevistos.

Neste artigo, você vai entender as principais regras de imigração dos EUA para crianças e adolescentes viajando desacompanhados e o que é necessário preparar antes do embarque.

Existe idade mínima para crianças viajarem sozinhas aos EUA?

Sim. A maioria das companhias aéreas permite que crianças a partir de 5 anos viajem sozinhas em voos diretos, desde que seja contratado o serviço de menor desacompanhado (UM – Unaccompanied Minor). Já para voos com conexão, a idade mínima costuma ser de 8 anos, podendo variar entre as empresas.

Em todos os casos, adolescentes com menos de 18 anos não emancipados ainda são considerados legalmente menores e, por isso, precisam apresentar documentação específica tanto no Brasil quanto na entrada nos EUA.

Autorização de viagem internacional: o que é e como emitir

Para que um menor de idade possa sair do Brasil desacompanhado de um dos pais ou de ambos, é obrigatória a apresentação de uma autorização de viagem internacional emitida pelos responsáveis legais. Esse documento deve ser assinado com firma reconhecida em cartório ou emitido diretamente no passaporte da criança, caso contenha a autorização prévia.

A autorização deve conter os dados completos do menor, dos pais e do acompanhante (caso haja). Se a criança for viajar completamente sozinha, o documento deve especificar isso claramente.

Esse é um requisito da Polícia Federal brasileira. Sem ele, a criança ou adolescente pode ser impedido de embarcar ainda no aeroporto de origem.

Regras das companhias aéreas para menores desacompanhados

Cada companhia aérea possui regras específicas sobre o transporte de menores desacompanhados. Algumas oferecem um serviço completo de acompanhamento, desde o embarque até a entrega da criança no destino, incluindo auxílio durante conexões. Outras impõem restrições para voos com escalas ou exigem que o responsável no destino esteja previamente identificado e com documentos em mãos.

Geralmente, as companhias cobram uma taxa extra pelo serviço de menor desacompanhado, e o número de crianças transportadas nessas condições pode ser limitado por voo. Por isso, é essencial verificar com antecedência as regras da empresa escolhida e reservar com bastante antecedência.

Voo direto ou com conexão: o que considerar

Voos diretos são sempre a opção mais segura e recomendada para crianças e adolescentes viajando sozinhos. Isso reduz os riscos de atraso, confusão com portões de embarque ou perda de conexão. Em voos com escalas, mesmo com acompanhamento, o risco de complicações é maior.

Se não houver alternativa ao voo com conexão, é fundamental confirmar que a companhia aérea oferece suporte total durante o trajeto e garante que a criança será acompanhada por funcionários treinados em todo o processo. Além disso, é importante avaliar se o tempo de conexão é suficiente e se a criança fala inglês ou terá dificuldade em se comunicar, caso precise.

O que a imigração americana exige na chegada

Ao desembarcar nos Estados Unidos, crianças e adolescentes desacompanhados passam pelo mesmo processo de controle de imigração que os adultos, mas com algumas exigências adicionais. O agente de imigração pode solicitar a autorização dos pais, passaporte válido, visto americano (se necessário) e a carta da companhia aérea com os dados do responsável que irá recebê-la no destino.

É essencial que a criança saiba para onde está indo, quem irá buscá-la e tenha os documentos impressos à disposição. Os agentes podem fazer perguntas simples em inglês para confirmar a identidade da criança, o motivo da viagem e quem são seus responsáveis.

Se houver qualquer divergência de informações ou documentação incompleta, a entrada nos EUA pode ser negada, mesmo que o visto esteja válido.

Conclusão: o apoio certo faz diferença

Entender as regras de imigração dos EUA para crianças e adolescentes viajando desacompanhados é fundamental para garantir uma viagem tranquila e segura. Cada etapa exige atenção: desde a emissão da autorização no Brasil, passando pelas exigências da companhia aérea, até o desembarque nos Estados Unidos.

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